Pastoral da Solidariedade

soliA Pastoral da Solidariedade transmite a luz da fé que conforta e dá esperança.

Missão

‘Mensageiros da palavra de fé e da esperança cristã em meio à comoção diante do mistério da morte’: Essa é a missão dos membros da Pastoral da Solidariedade, do Santuário São Judas Tadeu.

“Levamos aos enlutadoso conforto que vem da certeza de que todos um dia partiremos eressuscitaremos,como ocorreu com Cristo, o nosso Redentor”, diz a coordenadora da Pastoral, Diva Ribeiro Lima,citando João11, 25: “Eu sou a Ressurreição. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.”

Exéquias e Encontros nas Residências

Segundo a secretária da Pastoral, Jerusa Sanches, “Quando recebemos uma solicitação, nós vamos até a casa dos familiares do falecido, podendo ser no mesmo dia do falecimento,para as exéquias (cerimônias fúnebres) ou mesmo depois, para sete dias de orações. Ou então, como acontece muitas vezes, quando temos notícia da morte de algum membro de nossa comunidade, nós mesmos tomamos a iniciativa de fazer contato e oferecer a nossa solidariedade e as nossas orações, as quais realizamos no lar da família enlutada.”solidariedade

“Para as exéquias, quando o padre ou o diácono estão impossibilitados comparecer ao velório, é a nossa coordenadora Diva, quem conduz a cerimônia. Para isso, ela tem a autorização do Pe. Flávio Miguel Júnior”, informam as também integrantes da Pastoral, Isis Pereira Zanon e Valdineia Aparecida Maciel Muraro.
Passado o sepultamento, a Pastoral continua apoiando a família nos momentos seguintes. “Promovemos sete dias de encontros, com muito carinho, muito amor cristão”, comentam Valdineia e Isis.

Desenvolvimento dos encontros.

“Esses sete dias são de oração, canto e reflexão. Em cada encontro, acendemos uma vela, até completar sete, que simbolizam: o amor, a fé, a alegria, a luz de Deus, a luz Do Cristo, a luz do Espírito Santo (a união)e a luz do cristão.Ao final desse período, o candelabro que colocamos à mesa estará com todas as suas velas acesas. Seu brilho nos faz lembrar que Deus está entre nós, enchendo-nos de bênçãos, fé e esperança.”, explica Diva.

O período de encontros está fundamentado, segundo a coordenadora, “no fato de que sete é o sinal da plenitude, da perfeição. Portanto, é a relação do Criador com as suas criaturas. Esta explicação, dada porDiva, está no livreto “Na Casa do Pai –Encontros para exéquias, velório, sepultamento e missa”, editado pelos Missionários Redentoristas, da Scala Editora – Centro de Pastoral Popular.

Participar da Pastoral da Solidariedade.

“É gratificante, nesses encontros, saber que Deus nos usa de forma especial”, dizem outras duas integrantes dessa Pastoral, Janete Aparecida Ribeiro e Gisele Regina Zanardo, “porque a cada dia de oração, mais pessoas se unem a nós para rezar, tornando-nos mais fortalecidos espiritualmente, todos comungando daquela esperança que o próprio Jesus nos ensinou: ‘Se creres, verás a Glória de Deus.’” (Jo 11,40)

Uma nova chance

“Outra importante consequência da atuação da Pastoral da Solidariedade nas residências é o fato de que, muitas vezes, alguém da família, que estava afastado da Igreja, acaba voltando a frequentar as missas, o que muito nos alegra”, afirma Valdineia.

solTestemunho

“A Pastoral da Solidariedade me ajudou a suportar a dor”
Quando o telefone tocou na casa de Olívia Borghesan Leite, 72, conhecida por todos como Lídia, quem estava do outro lado da linha era Diva, a coordenadora da Pastoral da Solidariedade. Lídia compartilhava a sua dor: havia perdido o esposo, Adão Pereira Leite, 70, fazia cinco dias.

“Eu andava angustiada, chorava o tempo todo, e por isso mesmo precisava de orações”, comenta Lídia, frequentadora da Igreja do Jardim São Marcos, comunidade do Santuário São Judas Tadeu. “Foi uma bênção para mim, quando Diva se prontificou a trazer as irmãs da Pastoral até minha casa, para rezarmos. Era tudo o que eu queria naquele momento”.
“Meu marido era um homem bom, católico fervoroso, que participava da Pastoral da Limpeza de nossa comunidade. Nos encontros feitos em minha casa, pela Pastoral da Solidariedade, toda a família se reunia, vinham muitos amigos partilhar. E isso foi muito importante, para que eu pudesse suportar a dor daquele momento. Por isso, eu gostaria de dizer, com carinho, que elas são ‘minhas irmãs do Central Parque’. Eu rezo o terço todos os dias, por mim e pela alma bondosa dele, para que esteja na Glória de Deus pela sua fé, pelo testemunho que deu, pelo bom marido e pai que foi durante sua vida”.

Contato
A coordenadora Diva informa: “Quando a família não consegue o contato com a Pastoral no dia do falecimento de um ente querido, poderá solicitar as visitas, mesmo alguns dias depois, que iremos atender à solicitação a qualquer tempo.”

Pastoral da Solidariedade: Diva (15) 3326-1643.

Convite

Se você sente em seu coração que, assim como nós, também deseja ser voluntário nesta Pastoral, por favor, entre em contato pelo mesmo telefone.

Texto: Davi Deamatis
Foto: Rô Galvão